5º CINEBARU
Mostra Sagarana de Cinema Abril-maio 2021

Edições anteriores

Aqui você encontra a memória das nossas edições anteriores: nossos manifestos, a programação completa, o catálogo de filmes, a curadoria, o júri, os filmes premiados e muitas fotos!

#1 CineBaru 2017

O CineBaru tem o objetivo de mostrar o sertão ao mundo, o mundo ao sertão. Promover essa imersão no sertão tanto enquanto local de encontro cinematográfico quanto diante da formação de um novo público na agenda de festivais
de cinema, fortalecendo essa rede de realizadores, moradores, produtores e pesquisadores. Em resumo: convivência cultural, social, política e artística por meio produção e exibição de filmes que inauguram um olhar nesse novo ambiente audiovisual. Fazer, exibir e viver cinema no sertão mineiro a partir de suas inquietações, saberes, dificuldades e valores.

 

O CineBaru propõe a expansão do setor audiovisual na região e seu entorno, rompendo fronteiras e contribuindo para o alargamento das perspectivas socioculturais, enquanto espaço de construção, diálogo e formação humana. Esta primeira edição abre uma janela de oportunidades para consolidar um circuito de festas, festivais e eventos de arte e cultura no noroeste mineiro, levando o cinema ao sertão, fortalecendo as redes desse território e somando ao circuito cinematográfico já existente no estado.

O sertão ‘baiangoneiro’

Integrar o território a partir da vila de Sagarana é olhar para esse contexto da região de fronteira entre os três estados (MG, BA, GO), primeiro adequando o CineBaru a conceitos locais dessa integração, como o termo ‘baiangoneiro’ e o Mosaico Veredas – Peruaçu na margem esquerda do rio São Francisco (norte/noroste mineiro e o sudoeste baiano); segundo, porque não faria sentido Sagarana e o noroeste do estado olharem rumo ao Sul, para as Minas, e não para a identidade geraizeira e dos povos do Cerrado e da Caatinga, essa que extrapola os limites do mapa político; e terceiro por acreditar numa articulação artística, cultural e, no caso específico, audiovisual que ocupe um espaço de produção e exibição de filmes independente dos fluxos de Belo Horizonte, Salvador, Brasília ou outros polos distantes geográfica e socialmente.

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Seta

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Seta

Programação #1 CineBaru 2017

Quinta, 26 de outubro de 2017

Seta

19h30 – Abertura + Mostra Competitiva Regional 1

BURACÃO (Dir. Camila Oliveira e Teka Simon, Aldeia Barra Velha-BA)

DONA LURDES – SAMBA DE RODA DE FIAR (Dir. George Duarte, Anápolis-GO)

EU NÃO VOU AO ENTERRO DE PAINHO (Dir. Leandro Lopes, Conceição do Coité-BA)

IMBILINO VAI AO CINEMA (Dir. Samuel Peregrino, Goiânia-GO)

MARINA – O SONHO DE NIEMEYER NO SERTÃO MINEIRO QUE A DITADURA ABAFOU (Dir. Alexandre Guzanshe e Renan Damasceno, Belo Horizonte-MG)

MULHERES DE LINHAS (Dir. Paulo Miranda e Maria Fernanda Miranda, Goiânia-GO)

TRAVESSIA (Dir. Fred Bottrel, Belo Horizonte-MG)

21h – Mostra Sertão – Longa-metragem: ‘SERTÃO COMO SE FALA’, do Coletivo Adiante

Sexta, 27 de outubro de 2017

Seta

19h30 – Mostra Competitiva Regional 2

AINDA SANGRO POR DENTRO (Dir. Carlos Segundo, Uberlândia-MG)

ARRUDAS (Dir. Sávio Leite, Belo Horizonte-MG)

CIUDADES VISIBLES // CIDADES VISÍVEIS (Dir. Maria Elisa Macedo, Belo Horizonte-MG)

FERVENDO (Dir. Camila Gregório, Cachoeira-BA)

KONAGXEKA: O DILÚVIO MAXAKALI (Dir. Charles Bicalho e Isael Maxakali, Belo Horizonte-MG)

MARIA CACHOEIRA (Dir. Pedro Carcereri, Juiz de Fora-MG)

ROSINHA (Dir. Gui Campos, Brasília-DF)

ZÉ CARREIRO, A PADROEIRA E O CONGADO (Dir. Carlos P. Reyna, Coronel Xavier Chaves-MG)

21h30 – Mostra Sertão – Longa-metragem: ‘O PALHAÇO’, de Selton Melo

Sábado, 28 de outubro de 2017

Seta

19h30 – Mostra Competitiva Regional 3

A CÂMERA DE JOÃO (Dir. Tothi Cardoso, Goiânia-GO)

A RETIRADA PARA UM CORAÇÃO BRUTO (Dir. Marco Antônio Pereira, Cordisburgo-MG)

A VIDA TEM DESSAS COISAS (Dir. Januário Jr, Paranoá-DF)

LATOSSOLO (Dir. Michel Santos, Luís Eduardo Magalhães-BA)

O HOMEM QUE NÃO CABIA EM BRASÍLIA (Dir. Gustavo Menezes, Brasília-DF)

RETOMAR PARA EXISTIR (Dir. Olinda Muniz Wanderley, Pau Brasil-BA)

SUCO DE MANGABA (Dir. Weslle Fellipe de Araujo, Faina-GO)

21h30 – Premiação e festa de encerramento

Curadoria

Paulo Junior

Jornalista e documentarista nascido em São Bernardo do Campo-SP, pesquisador do futebol e do cinema brasileiros.

Rhaul Oliveira

Cerratense, goiano, bacharel em ciências biológicas, mestre, doutor e pós-doutor na área ambiental, tem interesse em educação e conservação da natureza.

Simone Veloso

Nasci mineira, me chamaram Simone, cresci fazedora da cultura.

Júri

Agemiro Graciano de Jesus

Morador pioneiro da Vila de Sagarana, gerazeiro, baruzeiro, agricultor familiar, guia, brigadista e muito bão de prosa.

Andréa Alves

Empreendedora e gestora social e cultural. Gestora e condutora de Turismo. Ambientalista e agroecologista.

Damiana Campos

Curadora intuitiva, artista e ativista quântica. Colabora com Rosa e Sertão, Manzuá e Cinebaru.

Isabella Atayde

Produtora cultural e relações públicas. Poeta, tradutora, fotógrafa, viageira, sambista, brincante, angoleira.

Kaian Ciasca

Midiálogo e educador social campineiro, Conselheiro municipal de Cultura, faz, propõe, estuda e pesquisa gestão cultural e políticas públicas de cultura, sempre pelo viés da participação de todes nos processos.

Troféus CineBaru 2017

Melhor Filme – Voto Popular

ROSINHA – Dir. Gui Campos
(Ficção, Brasília, 14min)

Melhor Filme – Júri

BURACÃO – Dir. Camila Oliveira, Teka Simon
(Documentário, Aldeia Barra Velha, Bahia, 19min)

Menção Honrosa

TRAVESSIA – Dir. Fred Bottrel
(Documentário, Belo Horizonte, 15min)

Menção Honrosa

AINDA SANGRO POR DENTRO – Dir. Carlos Segundo
(Ficção, Uberlândia, 24min)

Menção Honrosa

A RETIRADA PARA UM CORAÇÃO BRUTO – Dir. Marco Antonio Pereira
(Ficção, Cordisburgo, 15min)

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